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quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Santa Catarina tem seis ônibus incendiados na terceira noite de ataques

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FONTE YAHOO NOTICIAS

Ônibus escolar foi incendiado em Tijucas, na Grande Florianópolis (Foto: Paulo Schmidt/Arquivo pessoal)



Terceira noite violenta em SC volta a ter ônibus incendiadosSeis ônibus foram incendiados e três prédios de órgão de segurança foram atacados na terceira noite seguida de violência em Santa Catarina. O caso mais grave aconteceu em Palhoça, onde um ônibus foi incendiado na noite de quarta-feira sem que estivesse completamente vazio. O cobrador e o motorista sofreram ferimentos leves nas pernas. Dois suspeitos foram presos.
A maioria dos ataques aconteceu na Grande Florianópolis, onde cinco ônibus foram incendiados, e o prédio da central de videomonitoramento da Polícia Militar (PM) foi atingido por disparos. Em Balneário Camboriú, a base da Guarda Municipal foi alvo de tiro por volta das 23h30mim.
A noite de quarta-feira também foi violenta em Gaspar, no Vale do Itajaí, onde um ônibus foi incendiado, e uma base da Guarda Municipal, alvejada. O veículo foi abordado por quatro homens armados. Eles mandaram os passageiros descer e incendiaram o veículo. De acordo com os bombeiros, o fogo foi extinto no início da madrugada.
Em Tijucas, os alvos foram um ônibus escolar e dois de transporte público. O veículo escolar era da Prefeitura Municipal de Porto Belo e estava estacionado, sem ninguém. O fogo destuiu todo o veículo e chegou a atingir parcialmente uma carreta parada ao lado.
Em Florianópolis, mais cedo, por volta das 20h, um ônibus também foi incendiado no bairro dos Ingleses, no Norte da ilha. O veículo estava na Estrada Intendente João Nunes Vieira, em frente à Igreja Sagrado Coração de Jesus. Segundo a Polícia Civil, dois menores suspeitos de envolvimento foram apreendidos e encaminhados para o 6ª DP.
Ontem, o delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina, Aldo Pinheiro, afirmou que a ordem dos ataques teria partido dos presídios do estado
- Constatamos que grupos de dentro do sistema prisional estão atuando com grupos de fora dos presídios, que podem ter correlação. É o que indicam as investigações. Se trata de uma reação à atividade do estado contra o tráfico de entorpecentes. Fizemos grandes apreensões e mantemos um sistema rígido nas penitenciárias e presídios. Há um controle da situação - disse Aldo Pinheiro.

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