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sexta-feira, 24 de maio de 2013

POLICIA: Encontro no Terminal do Siqueira acaba em protesto após assalto

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FONTE DIÁRIO DO NORDESTE

Protesto acabou gerando um pequeno transtorno entre os passageiros FOTO: KIKO SILVA

O que era para ser apenas um encontro para a divulgação da campanha salarial da categoria de motoristas e cobradores se transformou em uma paralisação que durou um pouco mais de 1 hora no Terminal do Siqueira na tarde desta quinta-feira (23).

Em período de negociações para conseguir o reajuste salarial, representantes do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários no Estado do Ceará (Sintro)foram ao terminal nesta quinta para discutir o assunto.
No momento em que o tema era debatido, porém, uma dupla armada abordou o motorista e cobrador de um ônibus estacionado no entorno do terminal e levou toda a quantia que estava no caixa do transporte. A ação revoltou os motoristas e cobradores no local e acabou provocando um protesto que fechou o terminal, impedindo os ônibus de circularem.
"O Ronda do Quarteirão veio depois, mas não adiantou. Eles conseguiram fugir. Os dois homens obrigaram o motorista e cobrador a deitarem no chão, enquanto pegavam o dinheiro. O pessoal do sindicato já vinha para fazer o comunicado da campanha, mas por causa do assalto, fecharam o terminal", explicou o motorista Luís Sá.

Mapeamento

O presidente do Sintro, Domingo Neto, defende que a paralisação serve para chamar a atenção da sociedade e do poder público para que alguma solução seja tomada. "Os motoristas e cobradores não aguentam mais a violência. A nossa sugestão é que as linhas de ônibus mais perigosas sejam mapeadas para facilitar o combate a essa violência", acrescentou o presidente.

Apesar de reconhecer a importância da paralisação, a auxiliar de telemarketing Charlene Freitas reclamou do horário em que foi feito o protesto. Segundo ela, a população é muito atingida quando a manifestação é feita em horários de pico. 

"Eu entendo o lado deles e também acho que deveria haver mais segurança, mas paralisações não devem acontecer nesse horário. Para a gente que trabalha, chefe nenhum vai entender o atraso por causa de um protesto" reclamou a passageira.

Boxes também são alvo

A vendedora Helaine Nascimento trabalha há 6 meses em um dos boxes instalados no Terminal do Siqueira e ressaltou a importância da manifestação. Ela afirma que a violência não acontece somente no entorno do terminal, mas também acontece dentro. Somente neste ano, o estabelecimento onde trabalha já foi 4 vezes assaltado.

 "Acho muito justo o protesto. Tinha um rapaz que trabalhava aqui que precisou pedir demissão por não aguentar a onda de assaltos", revelou a vendedora.

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