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segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Eleições 2012, 2ª turno Curitiba

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  • 1.054.583
  • 984.683 (93,37%)
  • 25.536 (2,42%)
  • 44.364 (4,21%)
  • 118.356 (10,09%



Eleições 2012, 2ª turno Salvador

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  • 1.476.531
  • 1.341.599 (90,86%)
  • 36.579 (2,48%)
  • 98.353 (6,66%)
  • 405.013 (21,53%)


Eleições 2012, 2ª turno Fortaleza

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  • 1.344.017
  • 1.227.042 (91,30%)
  • 33.782 (2,51%)
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  • 268.138 (16,63%


Eleições 2012, 2ª Turno São Paulo

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  • 6.896.290
  • 6.096.488 (88,40%)
  • 299.224 (4,34%)
  • 500.578 (7,26%)
  • 1.722.880 (19,99%)



domingo, 28 de outubro de 2012

Eleições 2012 Segundo Turno Fortaleza

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G1


Fortaleza: boca de urna, Ibope

Votos válidos:
Roberto Claudio (PSB): 53% dos votos válidos.
Elmano (PT): 47%

Boca de urna:
Roberto: 53%
Elmano: 47% (Globo News)
Roberto Claudio (PSB)
Elmano(PT)
A pesquisa foi realizada no dia 28 de outubro de 2012. Foram entrevistados 4 mil eleitores.

A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Solicitante: Televisão Verdes Mares.
Registro: Pesquisa registrada sob número 00186/2012.

Madrugada sangrenta com dois homicídios em Barbalha-CE

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FONTE MISERIA

Corpo de Gevaldo alvejado com 9 disparos (Foto: Chinês/Agência Miséria


Na madrugada deste domingo (28), dois homicídios ocorreram na cidade de Barbalha-CE, um deles foi no Sítio Lagoa, onde Gevaldo da Silva Cruz, 45 anos, residente no Bairro Casas Populares, foi atingido por cerca de nove disparos de arma de fogo, por volta das 3 h 50.

 Segundo informações da Polícia, Gevaldo participava de uma festa na localidade e quando terminou o mesmo saiu com o sobrinho Robsom e se dirigiu para um bar próximo ao clube, ao chegar viram que o mesmo estava fechado, foi quando um veículo até agora não identificado se aproximou e efetuou os disparos. Gevaldo caiu morto no local e seu sobrinho foi atingido com um tiro na coxa sendo encaminhado para o hospital de Barbalha sem risco de morte.

Segundo a Polícia, Gevaldo já tinha passagem por tráfico de drogas. Outro fato, é que o mesmo havia saído da cadeia na última quarta-feira, onde foi preso por estar com 1 quilo de maconha.

Gevaldo estava nesse local quando foi assassinado (Foto: Chinês/Agência Miséria)


Já de manhã, uma mulher identificada pelo nome de Izaura Maria Rodrigues de Oliveira, 27 anos, foi encontrada morta no interior de um lava jato na Rua Juca Sampaio, em Barbalha.
Até agora não há informações sobre sua morte, que continua um mistério. Sob seu corpo, foi achada uma faca de cozinha que pode ter sido parte do homicídio.


Governo do Ceará contrata transporte de milho para o Estado

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ASSESSORIA DE IMPRENSA



MilhoO Governo do Estado do Ceará contratou, através de pregão presencial, realizado pela Procuradoria Geral do Estado (PGE), a empresa TDA para fazer o transporte de 4 mil toneladas de milho para o Ceará, de Porteirão, em Goiás, para os oito armazéns da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), em Sobral, Maracanaú, Crateús, Icó, Iguatu, Russas, Juazeiro do Norte e Senador Pompeu. O frete será custeado pelo Governo do Estado e custará R$ 400 por tonelada, totalizando um investimento de R$ 1,6 milhão.

O milho foi disponibilizado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), em virtude da estiagem. O Governador Cid Gomes adquiriu diretamente com o MAPA a disponibilização dessas 4 mil toneladas. “Nossa ideia é distribuir 500 toneladas para cada armazém da CONAB no interior, nesta primeira etapa”, afirmou o secretário do Desenvolvimento Agrário, Nelson Martins.

Quando chegar ao Ceará, a saca de milho vai atender agricultores familiares, que possuem a Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) e produtores rurais para alimentar o rebanho. Para os agricultores familiares, a saca de 60 quilos será vendida a R$ 18,10 e para os demais produtores a R$ 21,00.

O secretário Nelson Martins informou também que após a publicação do resultado do pregão no Diário Oficial do Estado a Secretaria do Desenvolvimento Agrário (SDA) vai agilizar a assinatura do contrato com a empresa para que o transporte aconteça o mais rápido possível. “Vamos mandar para Porteirão um representante para acompanhar o embarque da carga e esperamos atender aos armazéns da CONAB durante o mês de novembro”, concluiu o secretário.


Casas de farinha passam por processo de modernização

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ELLEN FREITASCOLABORADORA

DIARIO DO NORDESTE

Casas de farinha do distrito de Peixe, localizado na cidade de Russas, no Vale do Jaguaribe. Produtores já estão contando com equipamentos que dão melhores condições de trabalho devido à sua mecanização (Foto: Reprodução)


Russas A farinha é um dos principais alimentos presentes na cultura brasileira, principalmente nas regiões Norte e Nordeste, onde há maior parte da produção nacional, cerca de 40%. Atualmente, o setor das casas de farinha no Ceará passa por um processo de modernização e mecanização, oferecendo melhores condições de trabalho. Com o projeto de revitalização, hoje, estão modernizadas cerca de 130 casas de farinha.


Em grande parte dos casos, o alimento é produzido de forma artesanal nas casas de farinha, como são conhecidas as pequenas unidades fabris organizadas por famílias de pequenos produtores, para o processamento da raiz. Essas pequenas fábricas chegavam a mobilizar comunidades inteiras nos chamados "desmanchas", quando a mandioca era colhida, e daí era produzida a farinha. Todo o processo era realizado manualmente, iniciando com a colheita, raspagem, prensagem, peneira e forno.

Essa forma artesanal de produção não era adequada para garantir a qualidade exigida na comercialização do produto no mercado, segundo informou O coordenador de núcleo do Projeto de Modernização e Fortalecimento do Setor da Mandiocultura no Ceará, Marcílio Melo. Diante disso, o governo precisou intervir criando projeto de mecanização dessas pequenas fábricas para estimular os produtores a ofertarem uma farinha de melhor qualidade para ser coloca no mercado, diminuindo as importações do produto.


De acordo com dados do senso agropecuário, em 2010, as lavouras temporárias de mandioca no Estado produziram 620.964 toneladas da raiz, cultivadas em 109.155 ha, com um rendimento médio de 5.688 kg de mandioca por hectare. Porém, inverso a essa realidade, grande parte da farinha consumida no Ceará é importada de outros estados do Nordeste, ficando em torno de 80% de todo produto consumido, neste mesmo ano.


Ainda sem um levantamento preciso, o coordenador afirma que esse número de importação caiu e que hoje é possível encontrar em supermercado farinha de boa qualidade sendo produzida por essas novas fábricas modernizadas. "Em Pacajus, a produção da farinha já rendeu positivamente para os produtores", afirma ele.

Antes da instalação do projeto, em 2007, dava-se conta de cerca de 3 mil casas de farinha artesanais em todo o Estado. Marcílio conta que, diante das dificuldades de venda do produto, a forte estiagem nos últimos 10 anos e falta de mão-de-obra e alto custo da produção, esse número foi muito reduzido.

Benefício

O projeto do Governo do Estado, em vigor há cinco anos, é realizado pela Secretaria de Desenvolvimento Agrário (SDA), em parceria com o Ministério de Desenvolvimento Agrário (MDA), e já beneficiou vários pequenos produtores de farinha em diversos municípios de todo o Ceará.

"A produção não está na quantidade que esperávamos por conta da estiagem, mesmo sendo cultivadas as novas mudas que diminuem o ciclo da mandioca", lamenta ele.

Ciclos
Marcílio explica que a nova variação da mandioca é precoce. Na muda comum o ciclo costuma durar 18 meses. Já no manejo precoce, o ciclo fica entre 10 e 12 meses. Dessa forma, o produtor colhe uma quantidade maior de matéria-prima em menos tempo. É uma vantagem para ele.

A nova muda foi introduzida no Estado pelo Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA), em 2008, que cultivava essa variação de mandioca na Serra de Araripina. A distribuição para os produtores cearenses é feita por meio do programa de distribuição de sementes. Ano passado, foram distribuídos cerca de oito mil metros cúbicos da planta. Para o próximo ano está prevista uma distribuição de 12 mil metros cúbicos.

Várias associações nos município de Aracati, Icapuí, Crateús, Cascavel, Pacajus, Russas, Palhano e diversas outras cidades estão com as casas de farinha modernizadas e já produzem a nova variação da mandioca. No entanto, a falta de chuva neste último ano prejudicou a produção da matéria-prima e muitas casas de farinha estão paradas em decorrência da estiagem.

É o caso da casa de farinha da Associação Comunitária de Fradinho, localizada no município de Russas. De acordo com o presidente da associação, Raimundo de Moura, neste ano, a produção de farinha foi para o próprio consumo na comunidade. "Não tivemos matéria-prima suficiente para produzir farinha para venda", lamenta ele.


Famílias se reúnem para produção em Russas

Russas O distrito do Peixe, neste município, ainda tenta manter, mesmo com dificuldade, as tradicionais farinhadas, que deram à comunidade destaque local na produção de farinha de mandioca. Atualmente, pouco sobrou dessa tradição, das 12 casas de farinha existentes na época de auge da produção somente duas funcionam, deixando os produtores sem perspectiva para continuação do ofício.


O distrito do Peixe está localizado a 18 Km da sede de Russas e atualmente 202 famílias vivem no local. Durante muitos anos, como em grande parte dessas localidades, a principal fonte de renda e de sustento das famílias vinha da agricultura familiar. Além do cultivo para subsistência, alguns produtos eram comercializados com outros produtores e até no Centro da cidade. Atualmente, com a expansão da agricultura irrigada e a instalação de indústrias, pouco se produz na comunidade.

Historicamente, a região que abrange este distrito e as localidades de Santa Terezinha, Sussuarana e Lagoa dos Cavalos, era famosa pelo cultivo da mandioca. A farinhada, como era conhecido todo o processo de produção da farinha, reunia comunidades inteiras na partilha do trabalho. "Antigamente quando a gente tinha inverno, em muita terra se plantava a maniva, quase todo mundo plantava, hoje acabou tudo", lamenta o agricultor Joaquim de Sena, de 63 nos, que viveu essa realidade.

Ele era o responsável pelo frete da matéria-prima. Da roça para as casas de farinha existentes na comunidade, ele chegou a transportar em sua carroça a raiz para todas as 12 casas existentes na época, em meados dos anos de 1980. Nesse período a produção era intensa e a matéria-prima abundante, as farinhadas duravam cerca de seis meses interruptos. "Eu chegava a levar 200 cargas de mandioca só pra uma pessoa e recebia tudo de farinha", explica seu Joaquim. Segundo ele, a farinha era usada para pagar os custos da sua produção na época, para alimentar as famílias que produziam e pessoas que ajudavam na desmancha e o que sobrava abastecia o centro comercial da cidade.

Seu Joaquim guarda muitas lembranças da época em que as desmanchas eram ponto de encontro das pessoas da comunidade. "A folia era boa, às vezes, começava cedo com a colheita e terminava lá pelas dez da noite. Sentava todo mundo na esteira e íamos almoçar todos juntos, no final todo mundo levava farinha pra casa", relembra.

Segundo ele, a farinha tem feito o caminho inverso do seu tempo. "Para a gente comer farinha tem que comprar de Russas, mas ela não tem o mesmo sabor como a nossa que a gente faz aqui", lamenta.

Mas não é só de boas lembranças que vivem hoje os antigos produtores de farinha. A história de seu Zé Dilson, 61, foi marcada pelo trabalho pesado. Ele trabalhou durante 30 anos sendo forneiro em diversas casas de farinha, foi quando perdeu parte da audição por causa da sua exposição a altas temperaturas.

"Eu comecei esse serviço praticamente com 16 anos e no começo eu achava muito bom, era muito animado, mas o trabalho foi ficando pesado e eu tive que parar depois que eu tive esse problema", contou.

Hoje, com a forte estiagem, o cultivo da mandioca caiu, resultando no fechamento de quase 80% das casas de farinha existentes no distrito. Atualmente, funcionam por curtos períodos somente duas das 12 fábricas artesanais.

Uma dessas pequenas fábricas é a de Raimundo Nonato da Silva, 61, que em 2004 construiu uma casa de farinha para o consumo de sua família e também como uma forma de manter viva a arte da produção artesanal.

Por conta da seca não houve plantio de mandioca, a última desmancha que ele realizou foi em setembro deste ano, quando teve que arrancar cerca de 3 ha de mandioca, na promessa do pagamento da indenização que ele espera do governo há cerca de três anos, quando suas terras foram desapropriadas para construção de um canal.

O distrito do Peixe está localizado a 18 Km da sede de Russas e atualmente 202 famílias vivem no local. Durante muitos anos, como em grande parte dessas localidades, a principal fonte de renda e de sustento das famílias vinha da agricultura familiar. Além do cultivo para subsistência, alguns produtos eram comercializados com outros produtores e até no Centro da cidade. Atualmente, com a expansão da agricultura irrigada e a instalação de indústrias, pouco se produz na comunidade.
Historicamente, a região que abrange este distrito e as localidades de Santa Terezinha, Sussuarana e Lagoa dos Cavalos, era famosa pelo cultivo da mandioca. A farinhada, como era conhecido todo o processo de produção da farinha, reunia comunidades inteiras na partilha do trabalho. "Antigamente quando a gente tinha inverno, em muita terra se plantava a maniva, quase todo mundo plantava, hoje acabou tudo", lamenta o agricultor Joaquim de Sena, de 63 nos, que viveu essa realidade.
Ele era o responsável pelo frete da matéria-prima. Da roça para as casas de farinha existentes na comunidade, ele chegou a transportar em sua carroça a raiz para todas as 12 casas existentes na época, em meados dos anos de 1980. Nesse período a produção era intensa e a matéria-prima abundante, as farinhadas duravam cerca de seis meses interruptos. "Eu chegava a levar 200 cargas de mandioca só pra uma pessoa e recebia tudo de farinha", explica seu Joaquim. Segundo ele, a farinha era usada para pagar os custos da sua produção na época, para alimentar as famílias que produziam e pessoas que ajudavam na desmancha e o que sobrava abastecia o centro comercial da cidade.
Seu Joaquim guarda muitas lembranças da época em que as desmanchas eram ponto de encontro das pessoas da comunidade. "A folia era boa, às vezes, começava cedo com a colheita e terminava lá pelas dez da noite. Sentava todo mundo na esteira e íamos almoçar todos juntos, no final todo mundo levava farinha pra casa", relembra.
Segundo ele, a farinha tem feito o caminho inverso do seu tempo. "Para a gente comer farinha tem que comprar de Russas, mas ela não tem o mesmo sabor como a nossa que a gente faz aqui", lamenta.
Mas não é só de boas lembranças que vivem hoje os antigos produtores de farinha. A história de seu Zé Dilson, 61, foi marcada pelo trabalho pesado. Ele trabalhou durante 30 anos sendo forneiro em diversas casas de farinha, foi quando perdeu parte da audição por causa da sua exposição a altas temperaturas.
"Eu comecei esse serviço praticamente com 16 anos e no começo eu achava muito bom, era muito animado, mas o trabalho foi ficando pesado e eu tive que parar depois que eu tive esse problema", contou.
Hoje, com a forte estiagem, o cultivo da mandioca caiu, resultando no fechamento de quase 80% das casas de farinha existentes no distrito. Atualmente, funcionam por curtos períodos somente duas das 12 fábricas artesanais.
Uma dessas pequenas fábricas é a de Raimundo Nonato da Silva, 61, que em 2004 construiu uma casa de farinha para o consumo de sua família e também como uma forma de manter viva a arte da produção artesanal.
Por conta da seca não houve plantio de mandioca, a última desmancha que ele realizou foi em setembro deste ano, quando teve que arrancar cerca de 3 ha de mandioca, na promessa do pagamento da indenização que ele espera do governo há cerca de três anos, quando suas terras foram desapropriadas para construção de um canal.


Capacidade

130 casas de farinha estão modernizadas e prontas para produzir um alimento de melhor qualidade, a fim de suprir o mercado do Estado

Mais informações:

Projeto de Modernização e Fortalecimento do Setor da Mandiocultura

Coordenador de Núcleo: Marcílio Melo, (85) 3101.8055


sábado, 27 de outubro de 2012

Mega Sena acumula e pode para 38 milhões na quarta feira dia 31

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Ator Ney Latorraca é internado no Rio

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FONTE G1
Ney Latorraca Foto: Google Imagens


O ator Ney Latorraca foi internado na Casa de Saúde São José, no Humaitá, Zona Sul do Rio na sexta-feira (26), informou o hospital na tarde deste sábado (27).

O ator sentiu dores e recebeu o diagnóstico de pedra na vesícula. Segundo o hospital, não há previsão de alta.

"Vou fazer uma cirurgia, provavelmente na quarta-feira", contou Latorraca"Não é grave, mas vou ficar aqui sosseagado uns dias", completou.

Ney Latorraca tem 68 anos e é um dos mais conhecidos atores brasileiros. Ele fez sua estreia na TV Globo em 1974, na novela  "Escalada", de Lauro César Muniz. Um de seus maiores sucessos na TV é o aposentado Barbosa, do extinto programa humorístico "TV Pirata", da mesma emissora.


Morre em Salvador a atriz baiana Regina Dourado

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Artista tinha câncer e descobriu doença em 2003.Regina estava internada em estado grave há uma semana.

Regina Dourado em Anjo Mau, novela da TV Globo(Foto: CEDOC / TV GLOBO)


Regina Dourado em Anjo Mau (Foto: CEDOC / TVGLOBO)Morreu na manhã deste sábado (27), em Salvador, a atriz baiana Regina Dourado, aos 59 anos, segundo informações de familiares. Ela lutava contra um câncer descoberto em 2003 e estava internada há uma semana no Hospital Português, na capital baiana.
O irmão da atriz, Oscar Dourado, disse ao G1 que Regina faleceu às 11 h 20 deste sábado. Ela deixa um filho, Leonardo Dourado.
Segundo familiares, o velório será aberto ao público e acontecerá neste sábado, no Cemitério Jardim da Saudade, em Salvador. O horário ainda não foi definido. O corpo da atriz será cremado, segundo familiares, em uma cerimônia privada. O Jardim da Saudade informou que a cremação será realizada às 16h 30 de domingo (28).
Na terça-feira (23), Oscar Dourado afirmou em entrevista que a família queria "garantir uma partida confortável" para Regina.
Outro irmão da atriz, Paulo Dourado, falou na tarde de terça que "o momento é difícil para toda a família". Paulo comentou também que a família quer ficar rodeada apenas com amigos.
Saúde
Regina Dourado descobriu um câncer de mama em 2003, quando iniciou um tratamento. Ela se submeteu à cirurgia para a retirada do primeiro nódulo. Em dezembro daquele ano, a atriz falou, em entrevista à TV Bahia, sobre a descoberta da doença. “O momento da notícia é terrível, fica uma perplexidade. Eu achei que eu nem cheguei a ter consciência da gravidade naquele momento. Eu fiquei muito mais perplexa do que qualquer coisa, meio perdidona”, disse na época.

Segundo parentes, em 2010, descobriu um segundo nódulo no outro seio e fez nova cirurgia para retirada da mama e dos gânglios axilares. No último ano, a atriz enfrentava o tratamento com dificuldade.
Segundo a família, ao longo dos anos, a doença se agravou e se espalhou por outros órgãos do corpo, quando houve metástase.
Depois que ela foi para o hospital no sábado (20), parentes disseram que não tinham mais esperança de recuperação. "Estamos esperando o coração parar de bater", disse o irmão Oscar.
Carreira 
Regina Maria Dourado nasceu em 22 de agosto de 1953, na cidade de Irecê, no interior da Bahia. Aos 15 anos, começou na 'Companhia Baiana de Comédias'.

Estudou canto e participou do Grupo de Dança Contemporânea da Universidade Federal de Bahia, do Coral Ars Livre e do Grupo Zambo. Ela estreou na TV durante o especial "A Morte e a Morte de Quincas Berro D'água", dirigido por Walter Avancini em 1978.
A atriz atuou nas novelas Pai Herói (1979); Cavalo Amarelo (1980) (Bandeirantes); Pão Pão, Beijo Beijo (1983) quando voltou para a Globo e ganhou sua primeira grande personagem em novelas como Lalá Serena; Roque Santeiro (1985); Felicidade (1991), Renascer (1993); Tropicaliente (1994); Explode Coração (1995) (Globo); Rei do Gado (1996); Anjo Mau (1997); Andando Nas Nuvens (1999); Esperança (2002); Seus Olhos (2004) no SBT; América (2005) (Globo); Bicho do Mato (2006-2007) (Record), e seu último trabalho na televisão na novela Caminhos do Coração (2008), na Record.
Em Explode Coração, da autora Glória Perez, Regina contracenou com o ator Rogério Cardoso. Eles fizeram o casal Lucineide e Salgadinho, que garantiu momentos cômicos à trama com o bordão “Stop, Salgadinho!”, reconhecido pelas ruas do país.
Entre seriados e minisséries, participou de Lampião e Maria Bonita (1982); O Pagador de Promessas (1988); O Sorriso do Lagarto (1991);Tereza Batista (1992).
No teatro, Regina Dourado atuou em Vidigal; Memórias de um Sargento de Milícias; Declaração de Amor Explícito; Rei Brasil 500 Anos; Uma Ópera Popular; Tratado Geral da Fofoca; Paixão de Cristo (2011 e 2012 – Salvador) no papel de Maria, mãe de Jesus.
Já no cinema, a atriz fez participações em Sandra Rosa Madalena (1978) como uma cigana dançarina, em Amante Latino (1979); cantou para a trilha sonora de O Encalhe – Sete Dias de Agonia (1982); Baiano Fantasma, em 1984; Tigipió – Uma Questão de Amor e Honra, (1986); Corpo em Delito (1990); Corisco & Dada (1996); No Coração dos Deuses (1999); Espelho D`água – Uma Viagem no Rio São Francisco (2004).
No carnaval de 1997, em Salvador, a atriz participou de uma homenagem ao escritor baiano Jorge Amado interpretando o papel de Tieta, ao lado de artistas como Gilberto Gil, Maria Betânia e outros.


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