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Matéria Rádio Cetama
A retirada das pedras que seriam utilizadas na pavimentação de ruas nas Vilas Unidas (Malvinas, São José e Santa Terezinha) deixou os moradores ainda mais revoltados depois de saberem que o material teria sido levado para beneficiar ruas de um condomínio particular.
O morador Edimar de Oliveira disse à imprensa que as pedras haviam sido colocadas no local em outubro do ano passado, dias antes da eleição e até agora nada foi feito.
O morador ainda afirma que a situação nas ruas sem pavimentação fica pior ainda quando chove. A lama invade as ruas e estas ficam intransitáveis. A explicação do secretário de Infraestrutura e Obras de Barbalha, arquiteto Magno Silva Coelho é que “o atraso no início das obras se deve a pendências envolvendo o projeto de pavimentação das ruas, como a construção de passarelas nas calçadas e sinalização das vias após a finalização das intervenções e licenças emitidas pela Secretaria do Meio Ambiente do Ceará (Semace).
O secretário acrescenta que “o depósito das pedras no local onde seriam realizadas as obras foi uma iniciativa da própria empresa vencedora da licitação e que nenhum pagamento com a verba destinada para o projeto - oriunda do Programa de Aceleramento do Crescimento, do Governo Federal - foi realizada para a construtora. "Como as obras não tiveram início e o material estava sendo furtado, a própria empresa retirou o material, que era dela, e vendeu para a construção de um condomínio", e reconhece que a situação causou confusão nos moradores. Finaliza afirmando que todas as pendências dos projetos estão sendo solucionadas e que, até março - prazo final estipulado pelo Ministério das Cidades -, as obras de pavimentação de 24 ruas em Barbalha terão início.
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